Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011

Contexto das declarações de Sócrates «Pagar a dívida é uma ideia de criança»

Declarações do antigo primeiro-ministro José Sócrates numa conferência com universitários da Sciences Po (Institut d'études politiques de Paris) a 3 de Novembro.

A frase «Pagar a dívida é uma ideia de criança» foi amplamente divulgada pelos media e comentada por diversos políticos. Esta frase foi, no entanto, retirada do contexto em que foi proferida. Ainda ontem Mário Soares recusou-se a comentar por desconhecer exactamente o que disse José Sócrates e acreditar que não foi bem aquilo que foi dito pelos jornais.

Fica aqui o excerto transcrito do vídeo abaixo:

 

«A minha visão é esta: é que, para países como Portugal, como Espanha, a ideia que agora é preciso pagar a dívida é uma ideia de criança. As dívidas dos países - estuda-se em economia, foi isso que eu estudei durante tempo - são por definição eternas. As dívidas gerem-se - foi assim que eu estudei.

É claro, não devemos deixar crescer a dívida muito porque isso pesa depois sobre os encargos. Todavia, para um país como Portugal, é absolutamente essencial, para a sua modernização, para o seu desenvolvimento, ter financiamento quer para a modernização das suas infraestruturas, quer para a modernização das suas políticas, quer para o crescimento da sua economia.

É assim que eu vejo as coisas. Mas enfim, isto é uma discussão muito técnica.»

 

publicado por @luis_grave às 16:17
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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011

Livro a oferecer ao primeiro-ministro pelo Natal

O que Pedro Passos Coelho escreveu no Facebook.

A resposta do Richard Warrell.

E a resposta da Ana Isabel Albergaria acho que vamos ter de esperar...

 

publicado por @luis_grave às 22:58
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Sábado, 5 de Novembro de 2011

O primeiro-ministro de todos os portugueses

A existência, em Portugal, de somente dois partidos ditos grandes ou, por outras palavras, com condições para formar governo, tem consequências interessantes. Na prática quem decide quem vai ser o próximo primeiro-ministro são os militantes do PS e do PSD, limitando-se o povo a escolher entre os dois líderes.

Pedro Passos Coelho foi eleito presidente do PSD com 31 671 votos. António José Seguro foi eleito secretário-geral do PS com 23 943 votos.

Ora, no último censo realizado, Portugal tem 10 555 853 habitantes. Daqui resulta que Pedro Passos Coelho, actual primeiro-ministro, foi escolhido por 0,30% da população e António José Seguro, líder do PS, se for eleito primeiro-ministro será escolhido por 0,23% da população.

Sou só eu a achar que um sistema em que 3 em cada 1000 portugueses escolhe o primeiro-ministro não pode estar bem?
publicado por @luis_grave às 11:30
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Terça-feira, 25 de Outubro de 2011

Só para 2013, sr. primeiro-ministro?

Ainda há poucos dias eu perguntava ao Passos Coelho quando iria diminuir verdadeiramente a despesa e hoje é noticiado que os consumos intermédios, as verdadeiras gorduras, irão aumentar em 2012.

Só para 2013, sr. primeiro-ministro?

publicado por @luis_grave às 01:54
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